Jesus me ensina, parece-me adequado para poder falar sobre algumas das coisas que aprendo do meu Líder e Salvador. Aquelas coisas que Ele certamente gostaria que TU, que lês, a quem Ele também tanto ama, também, pudesses aprender.
10 de Setembro de 2010

Descobrir e conhecer a Jesus e ao Pai e ao Espírito Santo, é uma questão muito pessoal e íntima.

 

Assim como é muito pessoal e íntima a nossa salvação.

 

Essa é a natureza do Sacrifício de Jesus, as suas lições, o seu exemplo; a ressurreição, também é pessoal e íntima.

 

Tão íntima que Jesus deseja que nenhum de nós se esqueça, mas que sempre nos lembramos dEle.

 

Segundo Lucas 23: vers.19-20,

Quando jesus instituiu o Sacramento, na última ceia, a Santa Ceia, ou seja a última refeição que teve com os seus Apóstolos, abençoou o pão, partiu-o e deu-o a cada um dizendo "isto é o meu corpo que por vós é dado, fazei isto em memória de mim", o mesmo fazendo de seguida com o vinho, abençoando-o e dizendo,"Este cálice é o novo testamento, no meu sangue que é derramado por vós."

 

No Livro de Mórmon, quando Jesus ressurecto visitou os Nefitas e Lamanitas também lhes administrou o Sacramento.

Em 3 Nefi, Cap 18, Vers 3-8 diz:

 

3 - E quando os discípulos chegaram com pãp e vinho, Jesus tomou do pão e partiu-o e abençoou-o e deu a seus discípulos e mandou que comessem.

4 - E quando eles acabaram de comer e acharam-se fartos, mandou que dessem à multidão.

5 - E depois que a multidão comeu e fartou-se, disse Ele aos discípulos: Eis que um de entre vós será ordenado e a ele eu darei poder para partir o pão e abençoá-lo e distribuí-lo ao povo de minha igreja, a todos os que crerem e forem baptizados em meu nome.

6 - E sempre procurareis fazer isto tal como eu fiz, da mesma forma que eu parti o pão, abençoei-o e dei-o a vós.

7 - E isto fareis em lembrança de meu corpo, o qual vos mostrei. E será um testemunho ao Pai de que vos lembrais sempre de mim. E se lembrardes sempre de mim, tereis meu Espírito convosco.

8 - E aconteceu que depois de haver proferido estas palavras, ordenou aos discípulos que tomassem do vinho do cálice, bebessem-no e dessem-no também à multidão para bebê-lo.

 

Em João 6:47-, na Bíblia, o discurso de Jesus em Cafarnaum, na sinagoga, é simplesmente surpreendente, tendo, os que o escutaram, queixado-se de ser um discurso muito difícil de compreender.

 

Jesus disse-lhes:

 

47 - Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna.

48 - Eu sou o pão da vida

...

51 - Eu sou o pão vivo que desceu do céu: se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo.

...

53 - ...na verdade, na verdade vos digo que. se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o meu sangue, não tereis vida em vós mesmos.

54 - Quem come a minha carne, e bebe o meu sangue, tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.

55 - Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebida.

56 - Quem come a minha carne e bebe o meu sangue, permanece em mim e eu nele.

57 - Assim como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim, quem de mim se alimenta, também viverá por mim.

 

Ao viver a leitura desta passagem e ponderar sobre as palavras de Jesus, pude intimamente compreender, que as suas palavras, embora dirigidas aos presentes, eram dirigidas pessoalmente a cada um, e pensei:

 

Como é possível que eu, ao tomar do pão e do vinho, fique tão intimamente ligado a Jesus, porque verdadeiramente estou participando e lembrando seu corpo, significando que Ele entregou o seu corpo por mim, e seu sangue foi derramado por mim.

Imaginei-me ao seu lado e senti muita compaixão pelo seu sofrimento. Sentimentos de reverência e gratidão vieram sobre mim, e  senti amor por Jesus. Ninguém poderia ser mais meu amigo. Ele próprio decidiu ser o meu maior amigo. Entregou-se para que eu pudesse ter vida eterna e ressuscitou para que eu pudesse ressuscitar.

 

Na verdade não encontro palavras adequadas que possam descrever satisfatóriamente estas impressões tão profundas, pessoais e íntimas

 

Por isso sinto necessidade e orgulho de poder falar de Jesus, estudar as suas palavras e atender à sua voz, e viver os seus mandamentos.

 

Noutra passagem, Jesus ensina sobre a intimidade que devemos ter com o Pai, falando com Ele amíude de uma certa forma, dizendo:

 

Mas tu, quando orares, entra no teu aposento, e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em oculto, e teu Pai, que vê secretamente, te recompensará. (Mateus 6:6).

 

O outro aspecto desta intimidade, é que nos prometeu que o Espírito Santo nos seria enviado. Signifcando que após o baptismo o receberíamos. Não seria enviado a todos, mas àquele que crê, se arrepende e é baptizado em seu nome.

 

Este é um assunto muito pessoal.

 

Quando falamos com o Pai desse modo, em nome de Jesus, trilhamos um caminho que o mundo não conhece, um caminho que está reservado àqueles que ouvem a sua voz, e a sua voz é mansa e suave.

 

Ao conhecer o Seu Evangelho restaurado, sei que Ele chama de novo a si todos os homens.

 

Este é o tempo dos gentios, este é o nosso tempo.

A plenitude do Evangelho de Jesus Cristo está de novo a ser levado ao mundo através de milhares de jovens missionários.

Eles vão a cada casa a cada pessoa, a cada família. Percorrem dezenas de kms todos os dias procurando os eleitos, aqueles que são de Cristo, embora não o sabendo ainda.

Os que os escutam e voltam-se para o Pai, e crêem e são baptizados em nome de Jesus, e perseveram até ao fim, tem seladas sobre as si as promessas da salvação. Os que não querem ouvir e não se achegam Àquele que tem todo o poder para salvar, serão condenados, simplesmente por que não poderão ser salvos.

João baptista proclamava que o machado estava lançado à raiz. Toda a árvore que não produz bons frutos será cortada, e a que produz será limpa para que produza melhores frutos. Porque esta Terra foi organizada, para que haja rectidão. Não foi organizada para que a iniquidade permaneça sobre ela, por isso os homens não podem ter esperança nenhuma, se não se arrependerem dos seus maus caminhos, ou de endireitar as suas veredas, porque a Terra e tudo o que nela existe é do Senhor, e nada impuro poderá habitar na sua presença- Por isso o Leão pastará com o cordeiro e não lhe fará mal algum.

Depois disto virá o fim para os iniquos.

Depois deste tempo, a Terra será varrida e assolada por toda a sorte de destruição, conforme já vamos podendo observar de vez em quando, até que a Terra fique limpa, para receber o Salvador do Mundo, e Sião venha habitar entre os justos, em grande poder e glória.

O Senhor disse: Naquele dia tornarei o homem mais precioso que o ouro de Ofir.

 

O tempo está cada vez mais perto. O último dia vai-se aproximando.

Não podemos deixar para o fim um assunto tão importante como é a nossa salvação pessoal, porque então terá passado o tempo. Terá passado o tempo em que ouvimos e conhecemos, mas não quisemos dar atenção.

O tempo em que testificamos ao Pai que amamos mais as coisas deste mundo, ou que amamos mais o seu Filho Amado.

O tempo em que podemos finalmente nascer de novo, para uma nova vida e sermos contados progénie de Cristo.

 

As escrituras dizem: Sê humilde e o Senhor teu Deus te conduzirá pela mão.

 

Que o sejamos então.

 

Não há maior privilégio!

 

bento

publicado por porta-estandarte às 01:53
09 de Setembro de 2010

 

 

Hoje, estive a estudar um bom livro sobre as Religiões do Mundo.

 

Depois de ter lido sobre o mérito científico da vasta equipa que contribuiu para a sua construção e edição, cheguei ao ponto em que são denominadas as diferentes formas que as pessoas usam de aproximação à religião, de acordo com as suas motivações dentre as quais o crente, o estudioso, o reducionista, os antropólogos orientados pela teoria evolucionista de Darwin, ou os que abordam o tema sob a noção da funcionalidade da Religião, as funções que a Religião serve em cada sociedade, ou em razão do estruturalismo, ou seja, procuram identificar como as pessoas discutem e organizam as suas crenças, e qual o padrão interno lógico de uma religião; os psicologos, os sociologos, etc..

Não poderei expor aqui tudo o que li sobre as diferentes abordagens de cada um dos grupos que se interesam pelas religiões.

 

Como o livro contem uma abordagem científica do assunto, impõe-se o esforço de uma abordagem imparcial, com distânciamento, mantendo-se uma capacidade de explanação independente, tendo por objectivo, apresentar o conhecimento visto do ponto de vista dos crentes das diferentes religiões.

 

O tema não é novo para mim, pois de cada vez que conheci pessoas de religiões diferentes, procurei compreender e apreender, a base das suas crenças, e procurei encontrar os pontos comuns que me auxilassem a descobrir se teriam tido por base a ministração do mesmo Deus que sirvo, ou seja, que seriam da mesma fonte, mas com linguagem adaptada à sociedade ou povo a que se destinava.

 

Pude assim conhecer algo dos seguidores de Baha-ulah, de Krishna, de Buda, do Islão, dos Vedas, dos Upanishades, do Zoroastrianismo,  do Jainismo e outros que ainda não conheço bem.

 

Para além de que, sempre procurei conhecer melhor as diferentes denominações ditas cristãs, nos ramos tradicionais evangélicos oriundos do protestantismo do século XIV e XV, dos Baptistas, os Adventistas, os Metodistas, as Testemunhas de Jeová(muito mais recentes) e o Catolicismo (o maestro dizia, os romanos, tendo em consideração que são uma herança do Império Romano), tendo eu mesmo deixado o catolicismo há muitos anos atrás, quando encontrei o meu caminho de adoração na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, que não se enquadra em nenhum destes grupos, (vulgarmente apelidados de Mòrmons, por possuirem uma escritura adicional à Bíblia, o Livro de Mórmon, que tem o nome do Profeta que o compilou e que lhes foi revelado e entregue em mãos por um anjo.)

 

Parei a leitura do livro de Religiões do Mundo, depois de ler sobre o Ateísmo, o Eticismo, e o Monismo, terminando nas quatro principais posições monísticas, a saber: O Panteísmo Absoluto: tudo o que existe é Deus; Pantaísmo modificado: Deus é a realidade ou princípio por detrás da natureza; O Monismo Vedanta modificado: Deus está para a natureza como a alma está para o corpo; no Monismo Vedanta Absoluto: Só Deus é  a realidade, tudo o resto é imaginação.

 

Não se assustem com esta explanação, porque a esta altura devem estar a sentir o mesmo que senti ao chegar a esta parte, um misto de contentamento por compreender um pouco mais e a necessidade do conforto de voltar à religião simples, que a qualquer um é fácil de entender e de seguir, e decidi confortar-me voltando-me para a leitura das escrituras.

 

Abri o Livro de Mórmon, no Livro de 3 Néfi, cap 27, vers.13 e li, as palavras que Jesus proferiu quando visitou aquele povo Nefita e Lamanita após a sua ressurreição:

 

13 - Eis que vos dei o meu evangelho e este é o evangelho que vos dei - que vim ao mundo para fazer a vontade de meu Pai, porque meu Pai me enviou.

 

14 - E meu Pai enviou-me para que eu fosse levantado na cruz; e depois que eu fosse levantado na cruz, pudesse atrair a mim todos os homens, a fim de que, assim como fui levantado pelos homens, assim sejam os homens levantados pelo Pai, para comparecerem perante mim a fim de serem julgados por suas obras, sejam elas boas ou más -

 

15 - E por esta razão fui levantado; portanto, de acordo com o poder do Pai, atrairei todos os homens a mim para que sejam julgados segundo suas obras.

 

16 - E acontecerá que aquele que se arrepender e for baptizado em meu nome, será satisfeito; e se perseverar até o fim, eis que o terei por inocente perante meu Pai no dia em que eu me levantar para julgar o mundo.

 

17 - E aquele que não perseverar até o fim será cortado e lançado no fogo, de onde não mais voltará, em virtude da justiça do Pai.

 

18 - E esta é a palavra que ele deu aos filhos dos homens. E por esta razão ele cumpre as palavras que proferiu; e não mente, mas cumpre todas as suas palavras.

 

19 - E nada que seja imundo pode entrar em seu reino; portanto nada entra em seu descanso, a não ser aqueles que tenham lavado suas vestes em meu sangue, por causa de sua fé e do arrependimento de todos os seus pecados e de sua fidelidade até o fim.

 

20 - Ora, este é o mandamento: Arrependei-vos todos vós, confins da Terra; vinde a mim e sede baptizados em meu nome, a fim de que sejais santificados, recebendo o Espírito Santo, para compareceres sem mancha perante mim no último dia.

 

***

 

Depois daquela ciência toda pude voltar a reencontrar conforto e paz e compreensão simples ao ler estas escrituras. Para além das denominações e diferentes religiões, sei que só em Jesus posso ter uma real esperança, porque Ele não mente e disse que todos os homens se apresentarão para serem julgados diante dele, e isso basta-me.

 

Ao ler estas escrituras Jesus me ensina:

 

1 - O Evangelho que Jesus nos deu, é o de que, tal como Ele, façamos a vontade do Pai, pois o Evangelho tem por fundamento Jesus ter cumprido a vontade do Pai "E meu Pai me enviou para que fosse levantado na cruz,... pudesse atrair a mim todos os homens".

 

2 - A surpreendente justiça de Deus, nosso Pai Celeste: Os homens ergueram Jesus na cruz, à semelhança de que eles próprios serão levantados na ressurreição, para irem a julgamento, assim como julgaram o Filho de Deus, com a diferença de que serão julgados justamente; de acordo com as suas obras, sejam boas ou más;

 

3 - O Conforto e Segurança agora e no dia do Julgamento, está para aquele que: se arrepender, for baptizado em seu nome, perseverar até ao fim, porque esse será tido por inocente perante o Pai no dia que Jesus se levantar para julgar o mundo.

 

4 - Jesus me ensina que a sua palavra não é dúbia nem inconstante, "Todo o que não perseverar até ao fim será cortado e lançado no fogo"

 

5 - Porquê? Porque "... nada que seja imundo pode entrar em seu reino; portanto nada entra em seu descanso, a não ser aqueles que tenham lavado suas vestes em meu sangue, por causa de sua fé e do arrependimento de todos os seus pecados e de sua fidelidade até ao fim".

 

6 - Por último, "ouvimos" a sua voz proclamar para todo o mundo: "Arrependei-vos, todos vós confins da Terra; vinde a mim e sede baptizados em meu nome, a fim de que sejais santificados, recebendo o Espírito Santo, para comparecerdes sem mancha diante de mim no último dia"

 

****

 

Agora podemos ver a diferença entre a ciência e filosofia dos homens, que não está ao alcance de qualquer um, e o simples evangelho e doutrina de Cristo, que é completamente entendível por todos os homens e mulheres e até pelo mais fraco de todos, porque o seu Evangelho tem de ser entendido por todos, por isso o recebemos na nossa linguagem e da maneira mais simples, coisa que não sabíamos que devesse ser assim.

 

Apesar de continuamente buscar conhecimento, sei que a minha base, fundamento e rocha segura, porto de abrigo e de conforto são as simples palavras de Jesus. A ninguém Ele exclui ou diz aparta-te de mim, antes diz mansamente: "vinde a mim e sede baptizados em meu nome".

 

E muito poucos de nós está baptizado em seu nome, pensando que sim, porque todos fomos, baptizados uma vez como criancinhas, mas as criancinhas não precisam de baptismo porque não tem pecados de que se arrepender, nem tem poder para decidir e estão salvas pela expiação de Cristo, por isso são puras e inocentes.

 

Mas nós precisamos de nos arrepender, de todos os nossos pecados, e de fazer o nosso convénio do baptismo, administrado por quem recebeu poder e autoridade de Deus para o administrar. Precisamos nós e nossas famílias, marido e mulher, pais e filhos, excepto as nossas criancinhas, porque são puras e não têm pecados.

 

Esta é a simples doutrina de Cristo, que Jesus me ensina.

 

 

 

 

 

 

 

publicado por porta-estandarte às 02:33
03 de Setembro de 2010

(Varões galileus, porque estais olhando para o céu?)

 

 

Fiz o primeiro tratado, ó Teófilo, acerca de tudo que Jesus começou, não só a fazer, mas a ensinar,

 

Até ao dia em que foi recebido em cima, depois de ter dado mandamentos, pelo Espírito Santo, aos Apóstolos que escolhera;

 

Aos quais, também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias, e falando do que respeita ao reino de Deus.

 

E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que (disse ele) de mim ouvistes.

 

Porque na verdade João baptizou com água, mas vós sereis baptizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias.

 

Aqueles, pois, que se haviam reunido, perguntaram-lhe, dizendo: Senhor, restaurarás tu neste tempo o reino a Israel?

 

E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder.

 

Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há-de vir sobre vós;

e ser-me-eis por testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria, e até aos confins da terra.

 

E, quando dizia isto, vendo-o eles, foi elevado às alturas, e uma núvem o recebeu, ocultando-o aos seus olhos.

 

E estando com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles se puseram dois varões, vestidos de branco.

 

Os quais lhes disseram:

Varões galileus, porque estais olhando para o céu?

Esse Jesus, que de entre vós foi recebido em cima, no céu, há-de vir, assim, como para o céu o vistes ir.

 

Então voltaram para Jerusalém....

 

.   .   .   .

 

O que Jesus me ensina?

 

Encontro três momentos e muitas informações nesta passagem de escrituras que se encontra no livro de Atos dos Apóstolos, cap.1:

 

Primeiro momento:

Que Jesus andou com os seus Apóstolos, 40 dias depois de ter ressuscitado. 40 dias é quase um mês e meio.

 

Tendo em consideração que nunca ninguém antes havia ressuscitado, sendo Ele as primícias, e considerando o poder que implicaria, que o corpo de Jesus vivesse agora numa natureza perfeita e eterna, significando que jamais poderia voltar a morrer, deve ter sido extraordinário todas aquelas impressões que havia deixado ao aparecer primeiramente na manhã da ressurreição e depois na casa onde se reuniam amedrontados e incrédulos, os seus discípulos(pois o Mestre que acompanharam e de quem foram ensinados durante os três últimos anos, estava morto, e tinha-lhes sido dito que voltaria a viver).

Mais tarde Jesus visitou-os atravessando a porta do lugar em que se encontravam, pois esta estava fechada.

 

Podemos imaginar estar naquele grupo e apreciar a grande quantidade de fortes impressões e sentimentos a que os discípulos foram expostos num tão curto período de tempo. Sentir a tristeza que sentiram, tristeza profunda, saudade, sentir o coração a gemer de saudade e apertado por nada poderem ter feito para O retirar daquele julgamento. Eles que eram homens de trabalho, esforçados, pescadores determinados e resistentes, homens simples de pensamento directo e claro, reduzidos a um bando de foragidos temendo serem procurados, sentindo a sua vida em risco também.

A vergonha de não terem podido interpor-se entre a cruz e o Mestre, agora completamente ultrajado e humilhado. Eles que bem sabiam que Ele era puro e limpo e sem mancha, o melhor dos homens a quem prontamente decidiram seguir, deixando todas as suas coisas de lado. Como eu me sentiria miserável naquela situação. que mais eu poderia ter feito? seria uma das minhas mais angustiantes perguntas! No entanto poder estar lá com eles, dá-me uma nova força e vigor pessoal íntimo, que me surpreende, e sinto desejo de amá-los e de não os deixar sózinhos, e de os confortar.

 

Conheço tantos doutores, tantos homens correndo para as universidades, ofegando e esforçando-se por um diploma, por ascenderem na carreira, vejo-os em fila am cada novo ano lectivo. Uns iniciando o exigente caminho de um bacharelato, e outros voltando famintos por conseguirem uma pós-graduação, um doutoramento. Correm como loucos para conseguirem algo de grande valor. Mas desta multidão imensa, muito poucos alguma vez dedicou algum do seu tempo a descobrir o que de facto aconteceu naqueles terríveis momentos e quanto custaria serem verdadeiramente cristãos. Nem a uma página em todas as suas vidas vão prestar atenção. Percorrem uma estrada larga no deserto sem o saberem. Também isso não está bem.

 

Meditando e considerando como se lá estivesse presente, compreendo um pouco da enorme alegria e novidade que devem ter sentido, talvez aquela alegria simples e pura que em alguns momentos sentimos nos domingos de páscoa, uma alegria enorme e embora não consiga discernir bem todo o tipo de sentimentos e emoções que sentiram os seus corações, a mim, basta-me compreender, que a presença ali de Jesus portava a magestade de um ser supremo, que venceu este mundo, e por último, cheio de amor e cuidado, voltava para continuar a ensinar e completar o comissionamento  e investidura dos seus queridos discípulos, os seus Apóstolos, que iria deixar, para que pudessem cumprir a missão que dEle receberam, a de serem suas testemunhas até aos confins da terra. Já não estavam mais orfãos. Voltava a estar justificada a sua fé e renovada a sua confiança, agora sabiam que estavam diante de um Salvador, não só deles, mas de toda a humanidade e de tudo quanto foi criado, um Salvador daqueles que nEle acreditam e que guardam os seus mandamentos.

 

Eles nem sabiam como Jesus iria partir, e eu que me imagino com eles também me esqueço e tento experimentar a surpresa daquela extraordinária novidade.

 

Não sei mais do que o que está escrito e o que está escrito não explica o que mais Jesus fez ou disse entre eles, naqueles quarenta dias, por isso fico admirado por saber que muito pouco sei e mais me poderia ser ensinado, mas não por agora. Estou na mesma condição que todos nós. Nasci depois, muito tempo depois. Não compreendo bem porquê tanto tempo depois, mas me alegro imenso, por passado tanto tempo, ter nascido para, ainda assim, ser uma sua fiel testemunha.

 

Como Jesus iria partir(subir ao céu), era necessário que seus discípulos recebessem a companhia do Espírito Santo, que ensina todas as coisas e presta testemunho da verdade, e do Pai e do Filho. Era portanto necessário que Jesus partisse para que o Espírito Santo, o Consolador, viesse sobre eles. Jesus disse que os gentios(os que não são da casa de Israel, que são o povo do convénio do Senhor), ou seja, os outros povos do mundo, não seriam ministrados por Ele, mas sim, pelo Espírito Santo.

 

Sinto profunda reverência, por à distância poder compreender um pouco da importância de estar perto do Mestre, o Alfa e o Omega, o Princípio e o Fim, aquele sem o qual nada do que existe poderia existir, o Criador, sob a direcção do Pai. Endireito-me e surpreendo-me com o poder de Deus.

 

Segundo momento:

Jesus continua ensinando sobre a vontade do Pai.

 

Estamos habituados a que quando fazemos algo de valor, recebamos o merecido mérito e reconhecimento. Fui eu que fiz, com as minhas capacidades e os meus talentos, com a minha atitude, com a minha determinação, e tudo o mais que me torna merecedor, é o que costumamos exigir dos outros.

 

Agora paro por instantes, e reconheço a magestade extraordinária de Jesus. Ele não voltou para receber o galardão do que tinha feito. À sua volta todos se sentiam como crianças e talvez algumas vezes inadequados talvez. Compreendendo muito pouco de tudo o que acontecia na presença do Mestre, na realidade, muitas vezes perguntando para que pudesem ter a certeza. Sendo constantemente surpreendidos pelo Mestre, e eu também, porque Jesus é verdadeiramente um exemplo para todos os homens.

Em vez de se vangloriar vêmo-lo continuar ensinando e fazendo tudo o que o Pai lhe ensinou, dizendo:

 

"Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder."

"determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que (disse ele) de mim ouvistes."

 

A sua missão continuava sendo: fazer a vontade do Pai. Para isso Ele tinha nascido e assim continuava a fazer.

 

Poderei eu seguir o seu exemplo, procurando fazer a vontade do Pai?

 

Homens do meu povo, digo eu, Onde estão de facto as coisas de maior valor?

Podemos escutar o Salvador do mundo proclamar "Vinde a mim, todos vós que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.

Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.

Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve."

 

Podemos nós homens do meu país, ouvir a sua voz?

Podemos nós confiar nEle?

Podemos escutar a sua voz?

 

Aqui não há católicos, nem protestantes, nem evangélicos, nem contendas nem divisões. É ouvir a voz de Jesus, o Cristo, o Ungido de Deus, o Salvador do mundo.

 

Sim! Eu sei que podemos, plenamente, confiar nEle. Que não há poder maior do que o de salvar almas para o nosso Cristo e para o nosso Deus.

 

Sei que aos que o buscam instruirá a discernir a verdade do erro.

Ele prometeu que andaremos na luz se cumprirmos os seus preceitos e que nos guiará pela mão se formos humildes.

 

Povo meu que sais pelas portas do meu país às pressas e a correr, dispersado pela iniquidade que tens dentro de portas, e ninguém sabe ao certo porque as coisas são assim, mas eu sei. E no entanto onde quer que estejas,e onde quer que vás, o teu vaso não está limpo, continua impuro, resistindo contra o Deus do Alto, o Pai de quem somos gerados, o Cristo que nos preparou a libertação.

Como poderemos dizer que somos um povo ditoso? Não podemos!

 

Vinde a Cristo, todos vós, confins da Terra, Ele clama e a sua voz ecoa, e penetra todos os corações que a ouvem. Podemos estar atentos? podemos reconhecer a Sua voz? Sim podemos, se fizermos silêncio, se escutarmos atentamente no seio da nossa casa, nos nossos quartos, porque a sua voz é mansa e o seu jugo é suave.

 

Porque sei eu estas coisas? Por causa daquele Santo Espírito de que Jesus falava que viria sobre os seus Apóstolos. Por causa das escrituras sagradas. Porque sei em meu peito, e na minha mente, e este conhecimento me dá o desejo de continuamente tornar-me num homem melhor, faz-me desejar continuamente ser um homem novo. No entanto sou como qualquer um de vós ou até menos ainda, porque sou frágil e inseguro e tenho os mesmos desafios e enfrento dificuldades e problemas como todos.

 

Sei por causa da Restauração de todas as coisas que já se iniciou. Sei porque existem de novo profetas na terra, Sei porque a sua obra recomeçou de novo, para varrer a face da terra, antes da sua Segunda Vinda em Poder e grande Glória.

 

É isto bom? Sim! É isto que nos leva a viver nesta terra como se na presença de Deus andássemos, e aí não há lugar para mentiras, nem enganos, nem prostituições, nem idolatrias, nem brejeirices, nem beberrices, nem libertinagens, nem qualquer espécie de maldades.

 

A terra em que vivemos, pelos nossos atos tornar-se-á santa e abençoada por Deus, porque todas as coisas foram criadas para o bem daqueles que adoram ao Deus vivo e verdadeiro e ao seu Cristo.

 

 

 

Terceiro momento:

 

Quando Jesus subiu ao céu, naquele momento desceram dois personagens celestiais, que proferiram uma das maiores promessas de esperança que o mundo poderia conhecer:

 

Esse Jesus, que de entre vós foi recebido em cima, no céu, há-de vir, assim, como para o céu o vistes ir.

 

Para além da notícia que atravesou todos os séculos até aos nossos dias, até ao presente momento, existe a descoberta de uma experiência e certeza profundas: Que os céus existem, que existe outra dimensão e existência para além daquela que aqui conhecemos. Que Jesus voltará, e podemos com certeza esperá-lo chegar, no seu próprio e devido tempo.

 

Observem atentamente a ilustração. A diferenciação da glória dos mensageiros celestiais determinada pelo aspecto resplandecente conforme as descrições que normalmente descrevem estes acontecimentos. O completo domínio sobre as leis da gravidade. E, em meio a esta apreciação, ao canto, o jumento que transportava Jesus, talvez aquele jumento em cima do qual tinha entrado gloriosamente em Jerusalém antes da sua morte, com a multidão cantando hosanas, saudando-O com folhas de palmeira, e colocando seus vestidos como tapete no chão à sua passagem.

 

Não há palavras para descrever adequadamente todos estes feitos e acontecimentos. Quando devidamente observados por um espírito inquiridor, perspicaz e atento, próprio de um verdadeiro investigador e pesquisador da verdade, os nossos dias não são mais os mesmos.

Nasce-nos uma fome de saber mais. Cresce em nossa mente a necessidade de descobrir mais, de saber mais, de compreender melhor, e inevitávelmente descobrimos a Jesus, o Cristo, o Filho de Deus, O Salvador do mundo, o Salvador pessoal, o meu próprio Salvador.

 

E não mais desejamos praticar nenhum tipo de maldade, mas de andar rectamente diante de Deus, porque nasce em nosso coração um gozo e uma alegria verdadeira, sentimos paz e somos consolados, e nos tornamos filhos de Deus.

 

Jesus me ensina... pode cada um de nós dizer. Só precisamos de buscar saber por nós próprios o que é ser um cristão e quais as coisas de maior valor.

 

Ele viveu mais quarenta dias como um ser ressurecto com seus discípulos, em Jerusalém, antes de subir ao céu!

publicado por porta-estandarte às 02:48
01 de Setembro de 2010

Jesus me ensina:

 

Aquele que tem os meus mandamentos, e os guarda, esse é o que me ama;


e aquele que me ama, será amado do meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele.

 

Quem não me ama não guarda as minhas palavras;


Ora a palavra que ouvistes não é minha, mas do Pai que me enviou.

 

Sinto a necessidade de parar aqui um pouco, porque me assalta uma questão:

Como, no mundo que conheço, tão diverso, tão entusiasmante e apelativo, poderei encarar estas simples declarações?

 

Tenho que fazer um esforço para compreender melhor, e parar, escutar, ponderar, meditar...

 

Que farei com tudo o que conheço, e ao ritmo acelerado a que estou habituado, quando agora, surpreendentemente, sou levado a ouvir no silêncio, coisas tão simples, demasiado simples para parecerem tão importantes assim?

 

Sou obrigado a sentir paz. Mas as dúvidas persistem: e amanhã como vou fazer então? E já a seguir até?... Qual a verdadeira importância, que terá, que alcance e diferença fará, seguir essas palavras tão dissonantes da vida que conheço?

 

E como farei? Como poderei começar? ... por onde começarei?

 

E compreendo que precisarei de ajuda, porque não conseguirei sozinho, pelo que eu me conheço, não conseguirei só!...

 

Fica uma certa noção de saber que há algo que ainda não conheço... como por exemplo: Aonde a verdadeira força devo ir buscar...porque sozinho não consigo... só, eu sei, não conseguirei!

publicado por porta-estandarte às 23:58

 

Da minha adolescência, ficou-me sempre uma lembrança estranha.

 

Nos três grupos de amigos que tinha, nas muitas tardes e fins de semana que partilhavamos, eram muito divertidas todas as actividades que fazíamos, umas regulares outras inovadoras, como é próprio da juventude, sendo aquelas de que guardo as lembranças mais vivas e preciosas, aquelas em que participavamos das longas tertúlias em que abordávamos livremente e de forma natural, os mais variados temas, sendo sempre muito agradável ouvir o discorrer das últimas aquisições de conhecimento, fruto do estudo ou do espírito atento de um e outro, dos quais alguns se destacavam com um certo timbre que bem conhecia das suas personalidades. O Francisco alemão, o Francisco americano, o Paulinho, o Beto que tocava trompete, o Castanho, o Armando e muitos outros, todos muito diferentes, e eu. Lembro-me de todos eles, e vejo-os ainda agora nas minhas recordações em diversas situações que a memória naturalmente mantem presente.

A lembrança estranha que ficou, foi eu saber que nunca poderia abordar qualquer assunto que envolvesse o nome de Jesus, pois à primeira aproximação, a gozação e chacota disparava. Eu não acreditava em Jesus de forma especial, nem tinha especial inclinação, mas em meio a todos os assuntos, uma vez ou outra era inevitável que inusitadamente se viesse a falar. Fiquei sempre com a impressão de que pensariam que Jesus pertencia ao passado, a algo desactualizado e distante, limitador da liberdade, pela noção da camisa de forças que representaria esse assunto para a nossa jovial e desprendida juventude, pouco dada à ideia de receber instruções ou limitações, mais amantes da liberdade, mais dados á ideia de sermos um bando de pardais à solta como tão bem canta o poeta, sem que disso tivéssemos especial noção.

 

Lembro-me de na mesa do café, num sábado à tarde, com o meu amigo do secundário, de peito cheios do entusiasmo de jovens cientistas em formação, nos dedicarmos a criar a teoria suprema do surgimento da terra. No desenho a única coisa certa era o circulo que a representava, tudo o resto eram tentativas continuamente ajustadas para ilustrar as diferentes fases que a imaginação nos ia sugerindo, sem que chagássemos a sentir satisfação plena por nenhuma delas. A grande descoberta a que nos propunhamos resultou somente numa actividade de exercício mental extremo e um sentimento final de insatisfação e a descoberta de que não conseguíamos nenhuma nova teoria consistente em que pudéssemos confiar plenamente.

 

Anos mais tarde, já casado e com filhos, um colega de trabalho que vendia livros, levou-me a descobrir Norman Vicente Peale e o seu livro " O Pensador de Possibilidades" dentre outros, e também Dale Carnegie, com os seus valiosos livros, cheios de exemplos e princípios, que me levaram a compreender o que as pessoas mais apreciam e como receber delas aquilo que eu mais apreciaria. Eram tratados bem fundamentados e inspiradores de como edificar as relações pessoais a um nível que eu nunca havia ouvido ou lido antes. Aquele tipo de literatura era nova para mim, e hoje, posso compreender que foi a minha época de iluminismo. Começava a despertar para o grande potencial que possuímos, e o poder de liderar o nosso próprio futuro, pelo menos a melhorá-lo, ou no mínimo, ao não conformismo. Era um discurso positivo, libertador, que levava a voar acima da multidão, a ver mais longe, a sonhar uma nova juventude, que gerava uma nova energia mobilizadora que permitia acreditar que temos o poder de ser excelentes e almejar os frutos dessa excelência. Mesmo agora que recordo aquele período, voltam-me com nostalgia aquelas vivas impressões que me entusiasmaram tanto, e que várias vezes foram recorrências a que quis aceder no meu percurso de vida. Em meio áquele conhecimento vasto e extensamente comprovado, a força e determinação, que representam o poder de fazer, sempre batiam com uma certa impossibilidade inerente à condição humana e a factores externos que não conseguia modificar.

 

Um dia esse meu colega e amigo disse-me que tinha um livro que não me venderia, mas que me queria oferecer, a sua própria Bíblia. Fiquei surpreendido e honrado e muito contente pelo facto de ser a sua Bíblia. Quando ma trouxe, fiquei feliz de ver que, embora não tivesse uma aparência de nova, bem conservada, tinha uma capa vermelha viva, que me encantou.

 

Nunca tinha decidido comprar uma, e agora aquele bom amigo me oferecia de uma forma muito especial a sua própria Bíblia.

 

Foi o início do meu tempo de evangelização, pois agora tinha em meu poder a fonte de toda a religião cristã, fosse eu capaz de compreendê-la.

 

Decidi começar as leituras, muitas vezes incrementadas pela necessidade de, em meio às dificuldades da vida, encontrar orientação superiores e alento. Hoje digo daquelas tentativas de aprendizagem, que, ler a Bíblia é como seguir um corredor longo com janelas que vão surgindo dos lados à medida que percorremos a sua leitura. As janelas são os momentos em que se abre um entendimento novo, com uma paisagem clara, inteligivel e bem definida, uma lufada de ar fresco, ou um grande banquete espiritual, e logo após, se prossegue na mais completa ignorância, titubeando sobre as imensas possibilidades filosóficas da interpretação insegura do que as palavras seguintes quererão dizer.

 

Desde então foi gradualmente crescendo em mim, continuamente, com o auxílio de escrituras adicionais, um cada vez melhor entendimento sobre as coisas desta terra e desta vida, sobre a natureza humana, e sobre o propósito da vida e das famílias e de todas as coisas referentes à nossa existência e destino eternos.

 

Hoje, passados tantos anos, sei com segurança e firmeza que Deus vive. Aprendi com o tempo e o estudo e com a aprendizagem, que Jesus, é verdadeiramente o Filho de Deus, e o Pai da eternidade, e que é o meu único salvador. Que pagou por mim um preço imenso, que jamais poderei esquecer. Em todas as fibras do meu ser tenho gravadas as suas lembranças e os seus ensinamentos.

 

A sua grande missão é conduzir-nos ao Pai, "aqueles que o Pai lhe deu", os que ouvem e dão ouvidos à sua voz. Passada esta vida aqui, nada mais existe que não seja Deus. Por isso aprendi que esta vida é o tempo de nos prepararmos para o nosso encontro com Deus.

 

O meu melhor desejo natural, é o de que possa de alguma forma ajudar, uma só pessoa que seja, a descobrir como é possível fazer parte do seu amor e ganhar a esperança de podermos juntamente, vir a ser merecedores das bençãos que estão reservadas aos justos e fiéis seguidores de Cristo, de forma simples, clara e tão inteligente e sabia quanto Ele é pleno de sabedoria e de inteligência.

 

Decidi por isso tornar mais claro e entendível que mandamentos devemos obedecer, começando pelos tão falados 10 mandamentos que muito poucas pessoas, na verdade, conhecem e de entre aqueles que conhecem, na verdade não os compreendem, e portanto não sabem como obedecer, ou seja, como colocá-los em prática. Recorro por isso em "Comentários" às referências dos Profetas, que com o tempo completarei, como referênciais para uma melhor compreensão e para despertar o discernimento em como evitar transgredi-los e incorporá-los em nossa vida pessoal. Como essas referências não são minhas, não terão o mesmo caracter pessoal e intimista característico da minha forma de comunicar.

 

Ao ler o que adiante exponho, deve ter em consideração, que a melhor condição em que nos podemos colocar, é aquela em que mantemos o nosso espírito e a mente receptivos a aprender do alto, sabendo que estas coisas vêm de Deus para o benefício dos seus filhos. Isto acontece quando em espírito de oração, desejamos e pedimos a Deus, que nos seja permitido entender melhor as coisas que deseja que saibamos. Ao termos esta atitude estaremos em melhores condições de compreender as impressões pessoais provenientes do Espírito Santo, que testifica de toda a verdade. 

 

Se tiver uma Bíblia poderá abri-la a cerca da Página 83 (na versão de João Ferreira de Almeida), ou procurando abrir no livro de Êxodo ( é o segundo livro a seguir a Génesis), capítulo 20, versículos de 2 até 20.

 

  

OS DEZ MANDAMENTOS:

 

Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egipto, da casa da servidão.

  

MANDAMENTO:

NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM.

  

2º MANDAMENTO:

NÃO FARÁS PARA TI IMAGEM DE ESCULTURA,

          nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.

          NÃO TE ENCURVARÁS A ELAS, NEM AS SERVIRÁS:

                    Porque eu, o Senhor, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito maldade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem.

                     E faço misericórdia em milhares, aos que me amam e guardam os meus mandamentos.

 

3º MANDAMENTO:

                     NÃO TOMARÁS O NOME DO SENHOR TEU DEUS EM VÃO:

                     Porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.

 

4º MANDAMENTO:

                     LEMBRA-TE DO DIA DO SÁBADO, PARA O SANTIFICAR:

                     Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra,

                     mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus:

           Não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas  

           portas.

                     Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: Portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o

                     santificou.

 

5º MANDAMENTO:

                     HONRA A TEU PAI E A TUA MÃE,

                     Para que se prolonguem os teus dias na terra, que o Senhor, teu Deus, te dá.

 

6º MANDAMENTO:

                      NÃO MATARÁS.

 

7º MANDAMENTO:

                      NÃO ADULTERARÁS.

 

8º MANDAMENTO:

                     NÃO FURTARÁS.

 

9º MANDAMENTO:

                     NÃO DIRÁS FALSO TESTEMUNHO CONTRA TEU PRÓXIMO.

 

10º MANDAMENTO:

                     NÃO COBIÇARÁS

           a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu   

           próximo.

 

E todo o povo viu os trovões e os relâmpagos, e o sonido de buzina, e o monte fumegando: e o povo, vendo isso, retirou-se e pôs-se de longe.

E disseram a Moisés: Fala tu connosco, e ouviremos: e não fale Deus connosco, para que não morramos.

E disse Moisés ao povo: Não temais, que Deus veio provar-vos, e para que o seu temor esteja diante de vós, para que não pequeis.

  ( Êxodo 20: 2-20)

 

 

 

 

COMENTÁRIOS:

 

1º MANDAMENTO: NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM.

 

                A princípio, pode parecer que essa exigência que Deus faz, de que seus filhos lhe prestem exclusiva reverência e adoração, pareça um tanto egoísta; porém devemos ter dois factos em mente: primeiro, na posição do Senhor e Criador de todo o universo, e como o ser que possui todo o poder, conhecimento e glória, Deus não necessita da veneração e honra que os homens lhe dedicam, para aumentar sua divindade. Assim sendo, seu excessivo zelo não tem a finalidade de proteger ou assegurar sua elevada posição.

                A segunda coisa que devemos lembrar é que o Senhor ensinou a Moisés que a obra de Deus é ”proporcionar a imortalidade e a vida eterna ao homem” (Moisés 1:39).

Toda a vez que seus filhos dão maior valor a qualquer coisa, por menor que seja, que a Deus, nesse momento começam a frustrar os desígnios que o Senhor tem para com eles.

Deus é a única fonte de poder e conhecimento capaz de nos salvar. Quando colocamos alguma coisa acima dele, tal atitude diminui nossa habilidade de utilizar aquele poder e conhecimento em benefício da nossa salvação. Foi por este motivo que ele, em primeiro lugar, e acima de tudo, disse a seus filhos: “Não terás outros deuses diante de mim”. (Êxodo 20:3)

 

“Este mandamento proíbe toda a espécie de idolatria mental e todo o apego exagerado aos bens terrenos, e a coisas que apelam para os nossos sentidos. …Deus é a fonte da felicidade, e nenhuma criatura inteligente pode ser feliz, excepto através dele… O primeiro mandamento de toda a série que ele deu foi divinamente calculado com o fim específico de evitar a miséria humana e promover a sua felicidade, afastando-se de sermos sujeitos a coisas falsas, e conduzindo-nos a Deus, que é a fonte de todo o bem.” (Clarke, Bible Commentary, Vol.I, pp. 402-3.)

 

 

2º MANDAMENTO: NÃO FARÁS PARA TI IMAGEM DE ESCULTURA,

                                      NÃO TE ENCURVARÁS A ELAS, NEM AS SERVIRÁS:

 

                A idolatria mais preocupante neste momento é a adoração consciente de outros deuses. Alguns são de metal, veludo e cromo, de madeira, pedra e pano... são desenvolvidos para proporcionar conforto e satisfação ao ser humano, para satisfazer seus caprichos, ambições, paixões e desejos. Alguns não têm a forma física, são intangíveis.

Os ídolos ou os falsos deuses modernos podem adoptar as formas mais variadas, tais como roupas, casas, negócios, máquinas, automóveis, barcos e inúmeros outros desvios materiais que conduzem para longe da trilha que leva à divindade. Que diferença faz que o objecto de adoração não tenha a forma de um ídolo? (Spencer W. Kimbal)

 

Preferiria ver um homem adorando a um pequeno deus de metal ou de madeira a vê-lo adorá-lo suas propriedades. (Brigham Young)

 

As coisas intangíveis podem prontamente tornar-se ídolos. Diplomas e títulos podem tornar-se ídolos. Muitos adoram as caçadas, outros as pescarias, as férias,  e os piqueniques de fim de semana, etc.. Outros têm como seus ídolos os desportos, como o futebol, as touradas ou o golfe. Aos que participam desses desportos, talvez essa ênfase não pareça tão séria; entretanto indica onde depositam a sua fidelidade e obediência.

Ainda outra imagem que os homens adoram é a do poder e prestígio. Muitos pisarão nos valores espirituais e mesmo éticos em sua escala rumo ao sucesso. Esses deuses do poder, da prosperidade e influência têm tanta procura e são quase tão reais como os bezerros de ouro feitos pelos filhos de Israel no deserto. (Spencer W. Kimbal, O Milagre do Perdão, Pag.48-49)

 

É somente em Deus que reside o poder de salvar a humanidade. Qualquer espécie de adoração falsa, portanto, coloca o pecador longe do alcance de tal poder. Considerando que Deus ama a seus filhos, e tudo o que deseja é o eterno bem-estar deles, o Senhor neste sentido é zeloso (isto é, muito enérgico) no que concerne a qualquer adoração falsa ou vã, praticada por seus filhos.

publicado por porta-estandarte às 00:26
18 de Agosto de 2010

 

O que aprendo de Jesus?   Aprendo que me ama tão profundamente que deu a sua vida por mim, e por todos aqueles que crerem nele e guardem os seus mandamentos:

 

Ele disse:

 

Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.

Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que vos mando.

Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; o os colhem e lançam no fogo, e ardem.

Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador.

Toda a vara em mim, que não dá frutos, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto.

Estai em mim e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim.

Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.

 

 

 

Ninguém como Ele foi tão cheio de amor. Sacrificou a sua própria vida por mim por aqueles que crêem nele, para que possamos ser libertados da morte espiritual (libertados do pecado pelo arrependimento), para que pudéssemos ser apresentados limpos, puros e sem mancha diante do Pai, e ser libertados do fardo do pecado e da morte.

Um dia poderemos então, se o merecermos, voltar a entrar na vida eterna através da ressurreição, e ser apresentados limpos, puros e sem mancha diante do tribunal de Deus.

Se assim estivermos preparados seremos conduzidos à presença de Deus e viveremos eternamente na sua presença.

Assim é a justiça e a misericórdia de nosso Pai do Céu.

O Seu Amor por nós é tão grande que deu o seu filho mais velho (o primogénito), como holocausto sagrado, para que o mundo pudesse ser salvo por Ele.

Jesus aceitou a sua missão, e, cumpriu-a.

 

Agora podemos saber que já não seremos mais mortais e compreendemos para onde iremos, coisa que nunca havíamos imaginado. Se somente escutarmos a sua voz e guardarmos os seus mandamentos, no tempo devido seremos conduzidos a entrar na Vida Eterna e a vivermos eternamente, mas primeiro teremos de ser vencedores aqui. Agora ainda falta fazermos a nossa parte.

 

 

A pintura acima retrata o momento terrível da expiação de Jesus pelos pecados da humanidade, no jardim do Getsemane.

 

 

A escritura diz:

 

E, saindo, foi (Jesus), como costumava, para o Monte das Oliveiras; e também os seus discípulos o seguiram.

E, quando chegou áquele lugar, disse-lhes: Orai, para que não entreis em tentação.

E apartou-se deles cerca de um tiro de uma pedra; e, pondo-se de joelhos, orava.

Dizendo: Pai, se quiseres, passa de mim este cálice, todavia não se faça a minha vontade, mas a tua.

E apareceu-lhe um anjo do céu, que o confortava.

E, posto em agonia, orava mais intensamente. E o seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue, que corriam até ao chão.

E, levantando-se da oração, veio para os seus discípulos e achou-os dormindo, de tristeza.

...Lucas 23:39-45.

 

Ele deseja que ninguém se esqueça daqueles momentos atrozes. Pois foram os momentos pelos quais passou a nossa salvação. Uma expiação infinita, sem limite de tempo, uma expiação eterna.

Eu não estava lá, mas é como se estivesse, porque sinto que o amo por ter feito isso, por ter aceite sujeitar-se em tudo à vontade do Pai, e ter pago o meu "preço".

 

 

Jesus disse:

 

...mas o Pai, que me enviou, ele me deu mandamento sobre o que hei-de dizer e sobre o que hei-de falar.

Eu sei que o Seu mandamento é a Vida Eterna. Portanto o que eu falo, falo-o como o Pai me tem dito. (João 13: 49-50)

 

E diz a todos: Vinde a mim...  Estaremos nós dispostos a segui-lO?

 

Eu respondo, Sim!

 

Jesus diz-me (nos): Se eu não viera, nem lhes houvera falado, não teriam pecado, mas, agora, não têm desculpa do seu pecado.

Aquele que me aborrece, aborrece, também a meu Pai.

Se eu entre eles não fizesse tais obras quais nenhum outro tem feito, não teriam pecado; mas, agora, viram-nas e me aborreceram a mim e a meu Pai.

 

E vós também testificareis,pois estiveste comigo desde o princípio. (João 15:22-24 e 27)

 

E assim faço!

 

 

Aquela hora passou. Jesus ensanguentado foi traído logo ali, quando foi encontrado pelos soldados conduzidos por Judas, o traidor, que O procuravam.

 

Jesus entregou-se ao inqualificável sentido de justiça do império romano, que o levaria à morte..., mas tinha avisado os seus díscipulos sobre isso, dizendo-lhes:

 

Ouvistes o que eu vos disse: Vou, e venho para vós. Se me amásseis, certamente exultarieis por ter dito: Vou para o Pai; porque o Pai é maior do que eu.

Eu vo-lo disse agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, acrediteis. (João 14: 28-29)

 

É este o Jesus que eu conheço, e dele me lembrarei sempre... Ele é o meu Líder forte e seguro.

 

Pode ser Ele o seu Líder também?

 

bento

16 de Agosto de 2010

Ninguém que eu tenha conhecido em toda a minha vida, alguma vez me falou palavras tão sábias e boas como as que leio de Jesus. Nem consigo imaginar que alguém seja capaz de falar como Ele.

 

Quando abro a Bíblia e leio as Suas palavras no Novo Testamento, sinto sempre a necessidade de ficar quieto, de fazer silêncio na minha alma, e a cada passo reflectir e voltar atrás, e voltar a reflectir para ver se consigo compreender bem, tanta simplicidade e tanta verdade.

 

As suas promessas cumprem-se quando os sentimentos cálidos e doces e os pensamentos novos me surgem por entre um misto de admiração, reverência, e o desejo imenso de ser tão humilde que seja capaz de reter tudo o que me for permitido compreender.

 

Penso muitas vezes: E se eu estivesse lá... quando ele ensinava por todas as cidades de Israel... que perguntas lhe faria eu? Acercar-me-ia eu e ficaria sedento de saber mais? Seria eu capaz de ser seu discípulo? De largar tudo se Ele mo pedisse? O que me diria Jesus a mim? Alguma vez eu teria a oportunidade de que se dirigisse a mim directamente? Ou somente estaria à distância ouvindo como muitos outros fizeram? Mas como o meu tempo de nascer foi este, somente me posso guiar pelo que sou capaz de fazer aqui, nestas circunstâncias, nos tempos em que vivemos, e como parceiro e companheiro de todos os meus "irmãos" que partilham deste tempo de vida na Terra comigo e como eu.

 

O que poderei então dizer? Posso dizer que eu sei que Ele vive! Eu sei que vive o meu Senhor!

E onde vive o meu Senhor Jesus? Ele vive num planeta cheio de glória e poder, um planeta que governa sobre todos os outros planetas. Eu sei que Ele vive na mesma glória e tipo de vida que o Pai vive. E o mesmo acontece com o Espírito Santo. E esse tipo de vida eu não o posso compreender, porque estou na mortalidade, mas sei que são vidas eternas, e o seu poder e influência, tão pouco os posso compreender, mas sei que governam sobre todas as coisas, e que todas as coisas estão contínuamente diante d´Eles.

 

Jesus me ensina que tenho um Pai Celeste, que nos enviou aqui à Terra, para nascermos numa família (deveria ser sempre assim, mas...), recebermos um corpo físico, crescermos e aprendermos. A ganharmos experiências sobre todas as condições, sobre o bem, o mal, a dor, a alegria, o amargo e o doce, a luz e as trevas, a riqueza e a pobreza, a saúde e a doença, mas acima de tudo a aprendermos a escolher os melhores sentimentos, o amor em vez da ira, a paciência em vez da fúria, os sentimentos gerados nas famílias, entre os amigos em vez dos sentimentos de inimizade, os sentimentos de compaixão e altruismo, em vez do egoísmo e egocentrismo.

 

Como é doce a doutrina de Jesus. Ao segui-lo, não poderemos falhar, se continuamente aprendermos dele.

 

Temos de aprender continuamente d´Ele.

 

Eu explico o que me acontece quando leio as escrituras.

 

Primeiro procuro um lugar em que eu possa estar à parte, que saiba que não me vão interromper. Eu tenho um lugar assim com uma mesa redonda onde pouso os livros e o meu caderno onde escrevo as coisas que aprendo naqueles momentos.

 

Antes de iniciar a leitura, faço o que Jesus me ensinou: oro ao Pai, para que possa alargar as minhas capacidades para poder compreender aquelas coisas que vou ler e me ensine aquelas outas coisas que considere apropriado que eu saiba e que me ajudarão a aplicá-las na minha vida.

 

Então começo a ler, e o tempo parece que para, porque só assim consigo encontrar tempo para aprender tantas coisas. Deixo de me preocupar com o tempo. Sinto-me bem enquanto leio as escrituras. Sinto que a minha mente se expande e a minha compreensão também e posso reconhecer a inspiração do Espírito Santo à medida que presto mais atenção ao que lá está escrito.

 

Descobri que isto acontece, porque aquelas palavras são as palavras que o Espírito Santo Inspirou aos Apóstolos e aos Profetas que as escreveram, por isso é o mesmo Espírito que vem da presença de Deus para ensinar no coração dos homens aquilo que Deus quer que saibamos.

 

Então vou tomando apontamentos e confesso que muitas vezes, ao passar um versículo, não consigo deixar de passar os outros a seguir, pois são tão preciosos que nem precisam de comentários. Amo as escrituras!

 

Ninguém poderia ensinar como Jesus!

 

Nenhum homem poderia falar sobre o Reino dos Céus, a menos que o Pai lho tenha concedido. Nenhum homem por si mesmo poderia saber aquelas coisas todas se lhe não fosse dado daquele que detem toda a sabedoria e conhecimento e propósito e amor infinito por seus filhos.

 

Ninguém!

 

Por ùltimo oro de novo para agradecer. Sempre termino as orações em nome de Jesus Cristo, porque Jesus ensinou que devemso orar em seu nome, e que o Pai escutará.

 

Depois partilho com a minha família, com os amigos e aqueles com quem converso, quando surge a ocasião e o momento adequado.

 

 

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